Jornal Nacional na CopaJornal Nacional na Copa
10.06.06

Liquidificador




Oi, blogueiros.

Uma coisa muito bacana num tipo de cobertura como essa é o liqüidificador de programas na redação da Alemanha. Quem trabalha no Globo Esporte ajuda o Miguel Athayde, do Bom Dia Brasil, que por sua vez dá aquela força para o Jornal Hoje, coordenado aqui pelo Dario Leite, que ao mesmo tempo corre para a ilha e edita uma reportagem para o Jornal Nacional e por aí vai. Essa foto por exemplo mostra minha careta ao lado de Glenda Koslowski e Fátima Bernardes, num momento de descontração. Momento de descontração aqui é quando você volta correndo do banheiro ou do almoço num italiano que funciona dentro da academia onde a Globo se instalou. Outro momento divertido é a videoconferência que a Angela citou. Você passa correndo para resolver algo, dá aquela paradinha e saúda, via webcam, a galera do outro lado do Atlântico. É pauleira. Cansa. Mas dá muito prazer apurar uma notinha que seja e ela entre no ar.

Sidney Garambone - editor-chefe do GE Postado por: JN na Copa
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10.06.06

Tipo Big Brother (mas na redação)

Sou totalmente povão quando o assunto é Big Brother! Adoro! Mas tem coisa mais chata do que aqueles participantes pulando e berrando em frente à TV de plasma nas noites de paredão? Pois é, mico total! Mas o que isso tem a ver com a Copa? É que temos visto e protagonizado cenas (ridículas) semelhantes. Quando a nossa comunicação com Königstein por videoconferência se estabeleceu dias antes do início da Copa, parte da redação aqui do Rio correu para dar tchauzinho, mandar beijinho, matar saudade do amigo que se mostrava do outro lado. Eu mesma pulei e gritei: "Minha família!", ao ver o Sidney, meu primo, pela primeira vez engaiolado na tv. A telinha é realmente poderosa, transforma até quem faz parte dela há anos - e todos os dias.

Angela Garambone – editora do JN


Fátima Bernardes e Mariano Boni conversam com a redação do Brasil através do aparelho usado para a comunicação por videoconferência.
Foto: Nilo Maia Postado por: JN na Copa
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09.06.06

Não podemos perder

O periódico argentino La Nacion lançou uma enquete para conhecer qual a seleção que os compatriotas consideravam a favorita.

É claro que o resultado seria barbada, não fosse o fato de um colega nosso - brasileiro - descobrir.

Vá lá, vote, e conheça o resultado parcial.
É imperdível!

http://comunidad.lanacion.com.ar/encuestas/encuestaPregunta.asp?encuesta_id=2134

Marco Aurélio Mello - editor JN/SP Postado por: JN na Copa
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09.06.06

Rosto pintado

Não muito empolgante, diria que razoável o futebol do Equador.

No entanto, o time mostrou que é competitivo e tem força também fora de Quito, onde o time costuma aproveitar o fator da altitude para bater seus adversários em casa.

Sempre bom ver a América do Sul vencer a Europa. Eles inventaram o jogo mas mesmo com metade da população européia e com um número de países bem menor a nossa escola de futebol é mais versátil, criativa e vencedora. Continuemos assim no torneio sediado por eles.

André Basbaum - editor



Postado por: JN na Copa
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09.06.06

Redação da Globo na Copa



Redação da Globo em Königstein, na Alemanha.
Foto: Nilo Maia Postado por: JN na Copa
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09.06.06

Bolão

Fizemos um bolão para a primeira fase da Copa aqui em São Paulo.
Com as apostas a R$ 20 apuramos mais de R$ 2 mil.
O primeiro colocado vai levar 70% do prêmio, o segundo 20% e o terceiro 10%.
Quem vê a redação paulistana, sempre em ritmo frenético e tão atarefada, não acredita.
Aqui, como no resto do país, o assunto é um só: futebol.

Abraços
Marco Aurélio Mello - editor JN/SP

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09.06.06

Dor de cotovelo

O primeiro jogo foi até melhor do que se esperava. Alemanha 4, Costa Rica 2.

E agora que as chances de uma troca de equipe são remotíssimas, vamos combinar: coleguinhas, parem de reclamar de que não foram à Alemanha! Nas redações aqui do Brasil há uma legião de jornalistas com muita, mas muita dor de cotovelo! Acompanhar a Copa de longe dá, realmente, um sabor meio amargo à nossa escrita. Sabe aquele "Uhhhh..." nos estádios quando a bola bate na trave? Pois é, há os que quase foram, os que pensavam que iriam, os que juravam ser essenciais. Um chororô nos bastidores das tvs e nas colunas dos maiores jornais do Brasil. Lamúrias vãs. De longe também é legal, gente! E a campanha, como a Copa, já começou. Claro que não falo da presidencial. Falo de 2010. Vamos sonhar. Esperem os chefes voltarem pra casa e despejem o mantra: eu quero ir à África do Sul, eu quero ir à África do Sul... Boa sorte e bom humor pra todos nós!

Angela Garambone - da redação, snif, do Rio de Janeiro

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09.06.06

Começou!

Olá! Boa Copa!

Estréia do blog, estréia no Mundial.

Começo meu dia no calçadão de Ipanema, já superpovoado às oito e meia da manhã. Meus companheiros de caminhada ainda estão tímidos. Há poucos de verde e amarelo, mas os quiosques estão enfeitados, as escolinhas de futebol na areia fervilham e as bandeiras brasileiras vão ganhando as janelas. O Rio respira futebol. Chego ao Leblon...arrastão! Calma, é só mais uma superprodução da próxima novela das oito. Aproveito pra ligar pra redação em Königstein. A Fátima Bernardes não está, já foi pro hotel da seleção. Quem atende é o Bial, na maior expectativa pra estréia da Copa – e que me passa a notícia fresquinha (naquele momento...) da entrevista do Ronaldo Fenômeno, rebatendo o presidente Lula que, ontem, perguntou se o jogador estava gordo. A resposta engasgada saiu hoje. O craque também se sentiu no direito de chutar e - ai, ai, ai...- o primeiro combate desta Copa se dá no campo político...



Angela Garambone – editora do JN

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09.06.06

A primeira impressão

A seleção da Alemanha abriu os trabalhos com o pé direito. Um belíssimo chute de pé direito do jovem ala Philipe Lahm. No quesito beleza plástica, a Copa começa exatamente como terminou a última - com um golaço.
Um não, dois: o petardo que fechou a vitória contra a Costa Rica, de Frings, também já entrou na galeria do mundial. Rivelino, que desfilou na festa de abertura, assinaria, orgulhoso, a "patada atômica" do alemão.

Chico Walcacer - editor do JN Postado por: JN na Copa
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09.06.06

Comentários fresquinhos


O jogo de abertura da Copa ainda não acabou, mas já deu pra ver que a defesa alemã confia muito nos bandeirinhas. O time faz linha de impedimento a todo momento. Nas duas bolas que o costa-riquenho Wanchope chegou na frente, ele marcou dois gols, um em posição legal e o outro em impedimento. Para o primeiro jogo do mundial, a partida está muito boa. As estréias costumam ser chatas e com poucos gols. Estou gostando. Na hora de Polônia e Equador o ritmo de trabalho já estará mais intenso, não vai dar para acompanhar muito. Graças a Deus, finalmente, a Copa começou!

Abraços,

Ricardo Jacomo.
Editor de texto do Esporte. Postado por: JN na Copa
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